segunda-feira, dezembro 27, 2004

Auschwitz - A mentira



Existe quem hoje desconheça o sub-humano pesadelo sofrido por todos os infortunados que cruzam as suas negras redes. Sobre os mortos, diversos eruditos, jornalistas, instituições e historiadores nos entregam estatisticas muito sérias e precisas, inequivocamente exactas, ficam aqui algumas:

8.000.000 de mortos: Em 1945 segundo a oficina de comunicações francesa sobre os crimes de guerra(só para crimes alemães).

5.000.000 de mortos: Em 1978, anota o famoso diário françês "Le Monde" de 20 Abril.

4.500.000 mortos: Entre 1974 e 1989 diz o erudito em holocausto Eugen Kogon na sua obra prima "O Estado SS" pag 176(21ºEdição)

4.000.000 de mortos: Em 1990 denuncia em forma de testemunho o "sobrevivente" e Auschwitz e presidente do concelho judaico na Alemanha Heinz Galinsky, edição 26 Julho do Allgemeine Judische Wochenzeitung.

3.000.000 de mortos: Em 1946 reconhece o ex.comandante de Auschwitz, Rudolf Hoss, na qualidade de prisioneiro segundo documento do IMT nºps-3868. Esta "confissão" foi obtida logo a seguir de um interrogatório continuado de 3 dias, estando em condições o detido de assinar o documento só uma semana depois...

1.600.000 mortos: Em 1989 segundo o Prof. judeu em estudos sobre o Holocausto Yehyda Bauer, na edição de 30.lx do "Jerusalem Post".

1.500.000 mortos: Em 11.06.1992 determina o concelho internacional do museu de Auschwitz (diário judeu Allgeimene publicado em Alemanha).

1.472.000 mortos: Em 1989, ratifica na sua edição de 04.lx o diário françês "Le Monde".

1.250.000 mortos: Em 1985, segundo Raoul Hilberg no seu livro "O exterminio dos judeus europeus"

1.100.000 mortos: Reconhece em Setembro 1992 o presidente da comissão de Auschwitz e erudito em holocausto Dr.Franciczek Piper.

960.000 mortos: Em 1990 o diário esquerdista "TAZ" e também em outros durante todo o mês de Julho de 1990.

850.000 mortos: Entre 1973/4 segundo diversas edições do famoso livro "A solucçao final" de Gerald Reittlinger citado em vários julgamentos.

74.000 mortos: Em 1989 declaram com minucioso detalhe os soviéticos de acordo com os livros de ingresso de escamoteados em Auschwitz nas pilhagens feitas pelos comunistas em Janeiro de 1945.

A este ultimo dado pode-se juntar o anotado no seu livro "A guerra como cruzada" o Prof. judeu Arno J Mayer que nas pags 528 e 545 ilucida que menos de metade eram judeus e em quase toda a totalidade morreram por causas naturais, principalmente doentes ou desnutridos. O médico forense Charles Larson confirmou-o também em outros 20 campos.
Este mesmo dado foi conhecido recentemente graças à "glasnost2 da ex URSS e ´r posterior ao sigiloso retiro da placa na entrada que em 19 ideomas dizia exactamente "4 milhões de mortos" e ao mudar da placa de Katyn sobre a cobarde matança de milhares de oficiais polacos nas mãos dos bolcheviques, atribuida antes pela imprensa e pela história ás tropas alemãs.

Ver video de um historiador judeu a desmistificar auschwitz em:
http://www.solargeneral.com/av/DavidColeatAuschwitz.wmv