terça-feira, fevereiro 08, 2005

Cheira a merda - Z.O.G.



Os servos do governo ocupado por sionistas(ZOG - Zionist ocuppied goverment) preparam-se para mais uma investida contra os nacionalistas, como é que algum nacionalista pode ter uma posição que não seja de ódio a essa gente. Lacaios do sistema, vendidos ao capital em troca da honra e da hombridade, para essa gente temos 5 palavras e as unicas:
NÃO TEMOS NADA A DECLARAR!!!!!!!



"Reunião do MP discutiu neonazis e armamento
Encontro do DIAP de Lisboa com a PSP e a PJ concluiu pela criação de grupos de trabalho mistos
O aumento da criminalidade violenta, por um lado, e a insistente procura de armas por parte dos gangues, por outro, foram dois dos assuntos que estiveram em cima da mesa na reunião entre o DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) e a PSP e PJ de Lisboa, que anteontem teve lugar. Foi também debatida a problemática dos grupos neonazis e de outras estruturas de crime organizado e violento, que obrigam a uma estreita ligação entre as forças policiais e o Ministério Público, uma das questões mais delicadas e que em algumas situações ainda poderá estar em estado embrionário.
Nesse sentido foi determinada a criação de equipas de magistrados para trabalharem especificamente com a PSP ou com a PJ, no sentido de especializar e tratar a informação e poder canalizá-la, mas também perceber alguns movimentos criminosos que têm Lisboa como ponto de partida e de destino e se estendem a vários pontos do País.
A questão dos neo-nazis tem sido seguida em particular pela PSP e no ano passado levou, inclusive, a uma operação por parte da GNR de Loures, que fez várias detenções e apreendeu várias armas. Mas ainda não é clara a ligação entre estes grupos e outras estruturas criminosas organizadas, ou seja, as polícias ainda não conseguiram perceber se essas ligações são pontuais, ou, se pelo contrário, assumem outras proporções.
A questão surge ligada ao crime violento, cada vez mais comum, e na reunião isso mesmo ficou claro, tendo sido motivo de preocupação. É que apesar das estatísticas não registarem o aumento da criminalidade, já em contrapartida os níveis de violência estão a aumentar."