sexta-feira, abril 22, 2005

Jornalistas Terroristas - JN-CM

Jornal de Noticias:



Medo
Cliente foi agredido a murro e pontapé por grupo até ficar inconsciente.
Maquina de jogo foi lançada contra quadro e cortou elecetricidade.
Autoridades ivestigam incidentes.

Desacatos, agressões violentas, pânico. A madrugada de domingo ficou marcada pelo horror para quem se encontrava no "Loukuras Bar", um bar dnçante, situado na ribeira Velha, em Penhiche. Os protagonistas deste cenário de destruição - um grupo de cabeça rapada, alegadamente skinheads, aparentemente entre 20 a 25 anos - foram referenciados pelas autoridadespoliciais, que se encontraram a investigar. O caso foi também comunicado ao Ministério Publico e é certo que varias investigações estão a decorrer evolvendo vários grupos de skinheads. Aliás, o casso ocorrido em Peniche está a ser analisado por várias forças policiais para tentar perceber se há ligações a outros casos de violência.
Pedro(chamemos-lhe assim por razões de segurança),28 anos, encontrava-se no interior do estabelecimento nocturno, na companhiade amigos, "Deviam ser3.30 horas. Apercebi-me de um grupo que, aparentemente, forçou a entrada. Eram sete elementos. Mal entraram, instalou-se a confusão: Partiramcompos, arrastaram cadeiras, agrediram as empregadas", recorda, ainda visilvelmente transtornado. Ao chegarem junto do balcão, empurraram um cliente que ale se encontravam. Pedro viu "vários elementos a baterem-lhe a murro. Foi até eleperder o equilíbrio e bater com a cabeça contra um pilar de madeira, caindo no chão". Foi então que começara, a daqr-lhe pontapés, conta. Garante este cliente que "eram vários em cima dele". Pedro não ouviu o que diziam mas apercebeu-se que indumentária que usavam era característica daquele movimento, habitualmente conotado com racismo e preconceito:" Calçavam botas, com biqueira de aço, calças de ganga e blusões. Um deles tinha patches(var caixa)". A violência foi tal que o agredido ficou inconsciente, tendo siddo transportado ao hospital local,apresentado diversos hematomas. Ao mesmo tempo, "um deles atirou uma máquina de jogos contra o quadro da electricidade,tendo, por alguns instantes, o bar ficou completamento ás escuras. Nessa altura, ouviram-se gritos ". Enquanto alguns clientes "conseguiram sair do edifício, outros levavam porrada", lembra.
Chamada a PSP segundo esta testemunha, limitou-se a separar o grupo dos skinheads de outras pessoas que tentevam responder". Há que assegura ter ouvido gritos ou saudações nazis, contaram posteriormente a este cliente. O grupo acabaria por fugi para ruas mais proximas. O proprietário do bar, que támbem opta pelo anonimato, confirma esta versão dos acontecimentos e diz que "os estragos são muito elevados". Refere ainda que "está instalado um clima de medo" . A PSP tem ainda conhecimentos de desacatos no "Motobar", minutos antes.
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A importancia do "Look" para o skin

O "look skin", ou seja, a aparência exterior, é ao contrário do que se possa imaginar um dos atributos mais importantos para os menbros do movimento skinhead. Camisas, botas, cachecois e susopensorios sâo elementos fundamentais de uma imagem que a comunidade reivindica: altivez, autenticidade, sentido de territorio. Os skinheadsdão atenção a cada promenor, uma vez que cada peça de roupa tem um símbolo. Começando pelo calçado, usam sapatilhas(de cor preta com listas brancas), por serem boas para saltar e correr, ou botas Doc Martens. Existem modelos com entre oito a 20 pares de buracos, mas os mais populares são os modelos curtos. As calças são de ganga, de preferencia marca Levi's. Com uma dobra na ponta. Vestem ainda camisa junta axadrezada, sob um blusão "Bomber Jacket".
Estes podem ser decorados com patches, conhecidos como remendos. Muitos usam brincos e tatuagens.



'Cabeças rapadas' actuam desde os anos 90

Foi no início da década de 90 que Portugal começou a despertar para o fenómeno neonazi, embora só a partir de 1995 o grande público tenha tomado verdadeira consciência da existência de grupos de "capeças rapadas" (skinheads) a actuar no país. Em 1989, José de Carvalho, dirigente do PSR (Partido Socialista Revolucionário) foi morto na Rua da Palma (Lisboa), alegadamente por elementos de extrema-direita. Na noite de 10 de Junho desse ano, o cabo-verdiano Alcino Monteiro foi violentamente agredido no Bairro Alto, em Lisboa, por um grupo de elementos alegadamente ligados aos neonazis, acabando por morrer. Onze pessoas foram acusadas da sua morte e condenadas a penas de prisão. Em Junho de 2003, os "cabeças rapadas" voltam a ser notícia, desta vez, por causa de uma morte por encomenda. Em Cortiçada, o cabo-verdiano Fernando Justo foi morto com duas balas disparadas de um revólver de calibre .22, a mando de um engenheiro informático, que havia pertencido ao MAN (Movimento de Acção Nacional). No decorrer das investigações, foram detidas várias pessoas e apreendido diverso armamento. Mais recentemente, em Junho do ano passado, a GNR efectuou aprrendeu publicações e armas durante uma reunião de nacionalistas europeus e portugueses realizada em Loures, e vários indivíduos foram identificados. O fenómeno está a ser acompanhado de perto por todas as forças policiais e pelos serviços de informações. Várias pessoas estão identificadas como pertencendo a grupos neonazis (algumas das quais estão infiltradas em claques de futebol), bem como os locais onde habitualmente costumam reunir-se.Fátima Mariano

créditos:DV82

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Correio da manhã



Violência - Ritual de iniciação de grupo de 'skinheads'

Cabeças rapadas atacam em Peniche

Nas paredes ficaram símbolos e frases que caracterizam esta facção radical de 'skinheads'

Um grupo de dez ‘skinheads’ deixou um rasto de destruição e violência em dois bares de Peniche, durante um ritual de iniciação de novos membros da facção ‘boneheads’ – mais radicais, de tendência nazi, extremamente racistas. Os atacantes agrediram funcionários e clientes, um dos quais foi hospitalizado.

A madrugada violenta de domingo começou pela 01h30, quando o grupo de alegados ‘cabeças rapadas’ entrou no Motobar, junto à Fortaleza de Peniche, e começou a provocar desacatos. “Perguntaram-me se eu tinha medo e começaram a ir para zonas reservadas do bar e a consumir sem pagar”, contou ontem a proprietária do estabelecimento, onde se encontravam apenas quatro clientes.

Na altura, um carro-patrulha da PSP rondou o local e os ânimos acalmaram, mas, pelas 03h00, os indivíduos retomaram os distúrbios. “Partiram copos e garrafas e no exterior riscaram mesas, danificaram cadeiras, uma porta e um reclamo, e estragaram o pisca de uma mota. Ao mesmo tempo, entoavam cânticos e gritavam saudações nazis”, explicou a proprietária do bar, onde os prejuízos ascendem a 500 euros.

Estava a PSP tomar conta desta ocorrência, pelas 03h30, quando, a escassas centenas de metros, na Ribeira Velha, o Loukuras Bar foi tomado de assalto pelos ‘boneheads’.

O gerente do estabelecimento contou ontem que foi ameaçado à porta com uma arma branca e, enquanto era vigiado por dois indivíduos, outros oito, incluindo uma mulher, irromperam pelo bar e agrediram três clientes e duas funcionárias com socos e pontapés. “Em apenas quatro minutos atiraram com uma máquina de jogos ao chão, partiram garrafas, copos e cinzeiros, e assustaram dezenas de clientes que fugiram”, contou o gerente do bar, onde os distúrbios causaram prejuízos de sete mil euros. No exterior, pintaram inscrições nazis nas paredes de outro bar e duas habitações particulares.

O cliente mais maltratado, um francês, de 28 anos, recebeu tratamento hospitalar, foi suturado num sobrolho e ficou com as marcas das agressões bem vincadas na cara.

DESTRUIÇÃO COMO PROVA DE ADMISSÃO

A maioria dos elementos do grupo será da zona dos Olivais, Lisboa, e estavam acompanhados por um casal e outro indivíduo de Peniche. Os donos dos bares admitem ter-se tratado de uma espécie de “baptismo” para alguns dos “cabeças rapadas”, que fizeram a sua “prova de violência” para mostrar que “merecem” ser “boneheads”. A descrição feita à PSP aponta para “um grupo de jovens de cabeça rapada, vestidos como os “boneheads”, a entoarem cânticos e a fazerem saudações nazis”. Até agora foram referenciados pela PSP de Peniche três indivíduos, com idades entre 20 e 30 anos, estando o processo de averiguações a ser conduzido pelo Ministério Público.

Entretanto, a onda “extremista” ameaça instalar-se em Peniche e chegou já ao conhecimento da PSP a informação de que estará a ser preparada uma concentração de “skinheads” na cidade. Para precaver qualquer cenário marginal, a Polícia fez um levantamento de datas eventualmente emblemáticas que possam ser aproveitadas para a concentração, como o 25 de Abril (Dia da Liberdade), 30 de Abril (morte de Hitler) ou 27 de Junho (morte de Salazar), ou mesmo durante a Semana Académica de Peniche, entre 26 e 28 de Abril.

FESTAS, REUNIÕES E MORTES

Em Junho do ano passado, uma reunião de neonazis numa quinta do Tojalinho foi interrompida por militares da GNR de Loures, numa das últimas acções policiais de envergadura dirigidas contra grupos de ‘cabeças rapadas’ (skinheads). Na altura, 25 pessoas foram detidas e apreendidas armas e peças de propaganda.

O surgimento em Portugal de ‘cabeças-rapadas’ de extrema-direita , cujas ligações a várias claques de futebol é hoje seguida pelas autoridades, remonta ao final da década de 80 e ficou marcada pelo ataque mortal a um dirigente do Partido Socialista Revolucionário (PSR), José de Carvalho, na Rua da Palma, em 1989. A 10 de Junho de 1995, o cabo-verdiano Alcino Monteiro foi agredido até à morte no Bairro Alto, em Lisboa. Sete homens ligados à estrema-direita foram condenados a penas de prisão.

LIGAÇÃO

Um elmo com um corno exposto no Motobar foi roubado e deixado partido no Loukuras Bar. É um elemento que liga o mesmo grupo aos ataques nos dois bares de Peniche.

'PODER NAZI'

As paredes de casas na Ribeira Velha foram pintadas com cruzes suásticas e inscrições hitlerianas. “Power Nazi” foi uma das ‘mensagens’ escritas pelos ‘cabeças rapadas’.

SEGURANÇA

No início do ano, a vigilância policial na zona de bares de Peniche foi reforçada. Há mais agentes e o número de crimes contra a integridade física tem diminuído, diz a PSP.



créditos:toni8


e agora a verdadeira versão dos factos via www.forum-nacional.net:
por EuTiveLá:

Uma vez mais os jornalistas terroristas mentem em todo o seu esplendor.
EU TIVE LÁ, e não foi nada disso o que se passou.
Incrivel e preocupante é a policia estar preocupada, e enviar 12, e repito 12!!!!!! agentes para o terreno por causa de uma rixa, que como esta acontence todos os dias um pouco por Portugal fora.

Eu, juntamente com outros amigos, fomos ao referido bar e :

1-Nao forçamos a entrada: o porteiro disse que estava quase a fechar e eu disse-lhe que tambem só iamos beber um copo pois iamos arrancar para a nossa cidade(visto não morarmos em Peniche), este meio renitente facultou-nos a entrada.

2-É falso que tenhamos sido nós a começar as agressões, primeiramente e quando nos dirigimos ao balcão, alguns individuos que pelo visual, aparentavam ser do hip-hop, começaram a apertar-nos no sentido de não termos lugar para beber e não nos podermos dirigir ao mesmo bacão onde estava o nosso pedido já feito. Um deles(talvez o tal que dizem que é frances,(porque realmente não percebi nada do que ele dizia )começou a empurrar um dos meus amigos, tend esboçado uma cabeçada, o que despoletou as agressões de parte a parte, em ambos os grupos.

3- Se 7 ou 8 pessoas conseguem ripostar contra 15, isso não é o nosso problema, eles que deixassem a droga e fossem para os ginasios, se houve clientes que pelo meio, nao tinham nada a ver e foram agredidos(possivelmente de parte a parte) é um facto que a ter acontecido lamentamos(podemos chamar a isso danos colaterais, como os estado unidenses em relação aos milhares de mortos que deixaram no iraque), em relaçao a maquinas a voar contra quadros, o que se passou foi que no meio da confusao uma maquina de jogo caiu e provavelmente o fio(ou descarnou-se ou algo do genero) desligou o quadro, esta parte vi muito bem, porque ainda tive que desviar a maquina para nao me cair em cima dos "tenis com riscas"

4-"ritual de iniciação" esta está ao nivel das lutas mediavais que iam acontecer quando os skins organizaram um concerto o ano passado, e não ocorreu um unico incidente.

5- "apreeensão de armas durante o concerto", mais uma grande mentira para legitimizar a acção pidesca que se realizou na skinhouse uma semana depois do concerto, quando 50 guardas da GNR(vindos de santarem e do quartel onde deceparam um drogado) entraram na mesma durante uma festa de anos e sequestraram os "skins" durante 3 horas, tendo entrado na mesma festa ás 2 da manha, cometendo mais uma ilegalidade(a hora das buscas domiciliarias é entre as 7 e as 22)
Durante o concerto não houve qualquer intervenção do zog, houve sim 1 semana depois!!!

Conclusão:
Fomos beber um copo, e só beber um copo, como o habitual aos fins de semana, fomos provocados, e como diz o "artur"-"não somos provocadores, somos é facilmente provocáveis", tivemos que responder ás provocações de um grupo francamente mais numeroso que o nosso, mas como não levamos no focinho, e antes demos, somos os fodidos..

Eu quero mesmo é que a imprensa sionista se foda e todos os que colaboram com o estado sob ocupação sionista.