segunda-feira, maio 09, 2005

Concerto skinhead 07-05-2005 - Report.



Comunicado oficial do evento:

"O concerto realizou-se em Poceirão,(margem sul do tejo), tendo a primeira banda, Dissens, aberto o evento cultural com grande qualidade musical, estes nacionalistas Suiços, provaram quanto a mim, que são sem duvida a melhor banda Helvética. Queria agradecer especialmente a musica que dedicaram à PHS, e toda a humildade e irmandade que demonstraram nestes dias em que pudemos conviver uma vez mais.
A segunda actuação da noite veio da Alemanha, Jungsturm, e a sua actuação esteve ao nivel de Dissens, com a vantagem de terem tocado 2 musicas , uma de Batallon de Castigo e de Division250 em Espanhol, o que levou a assistência ao rubro. Tambem aqui temos que agradecer nos mesmos moldes o que o dissemos em relação aos Suiços, Os Germanicos estiveram francamente bem.
A fechar a noite, Ódio, a banda portuguesa mais internacional e revolucionária de sempre, que ontem efectuou o seu oitavo concerto, terceiro em solo nacional. E palavras para quê???Foi excelente, brutal, não existem adjectivos suficientes que possam descrever a sua actuação, os meus parabêns aos membros de Ódio.
Um especial agradecimento tambem á musica que dedicaram ao Irmão Hammerskin Rui Barella(R.I.P) que ganhou o seu pacth oficialmente(dia 7 Maio)

A camaradagem entre 8 nacionalidades presentes foi perfeita, o concerto não teve nenhum incidente, nem antes, nem durante, nem depois!!Estiveram presentes 270 pessoas.

Queria tambem agradecer, aos nacional-socialistas que estiveram presentes, e que apesar de toda a campanha Jornalista Terrorista, e das sucessivas intervenções da GNR em entrevistas a dizer que ia fazer e acontecer, para desmobilizar o evento cultural, os camaradas não desistiram, não fraquejaram e mostraram que contra tudo e contra todos podem gritar bem alto PRESENTE!!!!

Ultimos agradecimentos:
Ao PNR, que ofereceu as passagens das bandas Estrangeiras, um muito obrigado à sua actual direção.
E por fim, para a CAH88(crimes against humanity88) que organizou o concerto-Obrigado por nos terem convidado para fazer a segurança e ajudar na logistica, foi um prazer!

Aos que não foram, por serem cobardes, tenho vos a dizer, que não vos odeio, porque sei que das pessoas não se pode esperar todas o mesmo, por isso no comboio nacionalista, uns são a locomotiva, outros as carruagens que lhe seguem, alguns a ultima carruagem, e infelizmente outros, nem chegam a apanhar o comboio, por mais que corram.
Têm sempre a opção de se sentirem realizados, quando de 4 em 4 anos desenham uma cruz, ou escrevem uns posts em foruns etc.

Uma frase para os nossos inimigos fixarem:
SE ÉS INIMIGO DOS HAMMERSKINS, ESTÁS CONDENADO AO FRACASSO!!! "

Unica reportagem digna desse nome:

"Setúbal - Festa organizada por nazis tidos como violentos

Skins identificados



‘Skins’ a serem identificados
A noite, normalmente tranquila, da Asseiceira, arredores de Poceirão, Palmela, foi agitada, sábado para domingo, com o concerto promovido pela Crimes Against Humanity 88, organização que juntou entre 150 (diz a GNR) e 270 (segundo a organização) ‘skinheads’. Não houve desacatos mas, para prevenir, a GNR montou uma operação de segurança e identificou dezenas de ‘cabeças-rapadas’.

Na tenda que serviu para o concerto ‘skin’, actuaram durante cerca de três horas, as bandas Dissens (suíça), Jungstrum (alemã) e Ódio (portuguesa). Na Internet, a organização diz que lá estiveram ‘skinheads’ neonazis de oito nacionalidades, que pagaram cinco euros pela entrada.

Fonte policial precisou que espanhóis e alemães foram as nacionalidades predominantes, além dos portugueses.

O Partido Nacional Renovador (PNR), de acordo com a organização, financiou a vinda das bandas estrangeiras, enquanto que a segurança do evento esteve a cargo da Portuguese Hammerskin, ramo português desta organização americana neonazi e tida como das mais violentas.

Uma festa exclusiva para os neonazis, onde não faltaram cerca de 300 litros de cerveja e dezenas de pizzas. Deixados tranquilos por toda a gente, os mais temidos ‘cabeças-rapadas’ portugueses portaram-se com uma disciplina invejável, nomeadamente quando abordados pelas autoridades policiais.
Quem lá esteve diz que o concerto teve momentos altos, como a execução em espanhol da Jungsturm e a música que os Ódio dedicaram a ‘Boniek’, um ‘skinhead’ que morreu em Outubro do ano passado.

Depois do concerto, que terminou cerca das 00h00, os neonazis saíram da zona para serem confrontados com uma vasta operação stop, levada a cabo pela GNR.

A operação de segurança, com vários postos de controlo nas estradas de acesso à região, decorreu até cerca das 2h30, tendo sido fiscalizadas mais de 50 viaturas, nem todas pertencentes aos ‘skinheads’. “Todos os condutores participantes no concerto e fiscalizados, apresentaram uma taxa de 0,00 gr/l de alcoolémia”, disse ao CM fonte da GNR, referindo ainda que não se registaram quaisquer incidentes.

IRREVERÊNCIA APESAR DE TUDO

A entrada de cerca de uma dezena de neonazis espanhóis num café, a seguir ao posto de controlo da GNR junto ao cruzamento das estradas do Montijo com a do Poceirão, não deixou de causar algum alvoroço.

Dentro do vasto estabelecimento, decorria uma festa local de ‘karaoke’ e a entrada dos rapazes e raparigas de cabeça rapada não deixou de ser notada pelos presentes. Mas tudo correu na calma, sem provocações. Tomaram umas cervejas, foram à casa de banho e fizeram-se à estrada, que a viagem até Espanha ainda ia ser longa.

Já à saída, no exterior do café é que um dos ‘skinheads’ não resistiu mais e baixando as calças, exibiu irreverentemente por instantes as nádegas em direcção ao estabelecimento. O que, ainda assim, acabou por passar desapercebido pela maioria das pessoas. Nada demais para quem esperava pancadaria. "

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=159392&idselect=10&idCanal=10&p=94