domingo, abril 09, 2006

Das milícias populares e da guerra racial e civil !



A quase iminência de guerra civil nos anos 70, devido às convulsões politicas ou de carácter ideológico e de geoestratégia , passando pela tentativa de imposição de uma ditadura comunista etc , foram ultrapassadas e hoje em dia todos os partidos suportam-se, vivem em harmonia e seria impensável uma revolução com base qualquer um dos partidos com assento parlamentar, no fundo fazem todos parte do Sistema e assim desejam continuar.

A meu entender, Portugal vive num conflito étnico de baixa intensidade desde meados da década de 80, conflito este que tem vindo a aumentar gradualmente, sente-se nas ruas, nas escolas, nos transportes públicos, e nem mesmo as estatísticas adulteradas onde por exemplo as Africanos criminosos que tenham nascido em solo nacional passaram a vigorar como portugueses camufla a maioria de não-brancos guerrilheiros nas cadeias ou pior ainda à solta em gangues mais ou menos organizados em que o propósito é sempre o de “foder o branco”.

Ninguém está disposto a abdicar da sua vidinha de ovelha, do seu emprego 9h/17h, enquanto tiver dinheirinho para pagar o micro-ondas a prestações ou a casa em 50 anos , enquanto for o vizinho a ser roubado, ou a colega do filho a violada, é um problema que deixa as pessoas constrangidas mas à boa maneira portuguesa –“não é nada comigo”

Quando o conflito de baixa intensidade passar para média, como aconteceu por exemplo em Paris, e depois por toda a França, com 900 carros a serem incendiados diariamente, dezenas de jovens violentados, recolher obrigatório, etc os nacionais vão começar a pensar duas vezes em se protegerem e aos seus, porque a policia não tem poder nem meios para combater os criminosos, nesse dia surgirão as Militias, estas combaterão bairro a bairro , rua a rua, pela segurança dos portugueses e dos seus bens patrimoniais.

Em Portugal valorosos lusitanos têm defendendo desta maneira as suas terras, Francelos , Oleiros, Vila Verde, Coruche, Viseu, Bragança etc…Chegará o dia de Lisboa, e aqui nós nacionalistas revolucionários com forte implementação teremos uma palavra a dizer.

O nosso dever é estar preparado a todos os níveis para retomar as nossas ruas, até lá temos que militar com propaganda sem dúvida e por enquanto a nossa melhor arma, ou a possível se quiserem, para que o apoio da população seja forte temos que nos empenhar em todos os campos possíveis e alternativas que deixem passar a nossa mensagem. Nós vamos ser para os portugueses a salvação, e quanto mais depressa eles se perceberem disso, menos efeitos colaterais vamos ter no futuro a quando da grande revolução branca.

As revoluções legitimam-se com ideologias politicas, temos o Nacionalismo Europeu, e com armas, e não são soqueiras, nem bastões de baseball que nos vão ajudar quando o inimigo sacar das armas de fogo que dispõe, aconselho os nacionalistas a comprarem armas, a maneira mais fácil de o fazer é tirarem a licença de uso e porte de arma para efeitos de caça, o que vos dá automaticamente acesso ao calibre 12, e à vulgo shootgun, que é a arma que num conflito urbano vai ter maior importância devido às suas características, se o vosso registo criminal não o permitir, peçam em nome da vossa mulher, namorada, mãe ou pai... há sempre uma solução para tudo.
A altura para comprar armas é agora, quando a guerra racial e civil começar, os preços vão aumentar drasticamente, e será possível que o próprio governo impeça os armeiros de as vender.

Acredito vimemente que vamos tomar Portugal, acredito que os portugueses vão abrir os olhos e vão querer expulsar os invasores e pendurar os traidores, só depende de até onde estamos dispostos a ir pelo nosso ideal, as pessoas que temos são mais do que suficientes. O grau de empenho e activismo é que ainda deixa muito a desejar, acreditem que só depende de nós, e se falhar-mos e se o nosso povo perecer, é porque não merecia viver, chama-se a isso destino!